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terça-feira, 9 de julho de 2013
Ken Burns: A História do Jazz - EP: 02 "Dádiva"
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quarta-feira, 29 de maio de 2013
Ken Burns: A História do Jazz - EP: 01 “Gumbo: Do Começo a 1917"
1º Episódio: Gumbo - Do Começo a 1917.
JAZZ começa em Nova Orleans, a cidade americana mais cosmopolita do século 19, onde o som das bandas de marchina, as óperas italianas, os ritmos caribenhos e os shows de menestréis enchem as ruas com uma rica diversidade de cultura musical. Na década de 1890, músicos afro-americanos criam uma nova música com esses ingredientes, misturando a síncope do ragtime ao sentimento emocionado do blues. Logo após o começo do novo século, as pessoas já chamam esse estilo musical de jazz. Neste episódio, conheça os pioneiros desta revolucionária expressão artística: Buddy Bolden, um cornetista semi-louco que pode ter sido o primeiro homem a toca jazz; Sidney Bechet, um prodigioso clarinetista cujo som incendiário comparava-se a sua personalidade explosiva; e Freddie Keppard, que recusou a chance de se tornar famoso por temer que os outros roubassem o segredo da sua arte. Os primeiros músicos de jazz viajam pelo país nos anos que antecedem a Primeira Guerra Mundial, mas poucas pessoas tem a oportunidade de ouvir esta música nova até 1917, quando um grupo de músicos brancos de Nova Orleans chega à Nova York para fazer a primeira gravação de jazz. A banda chama-se Original Dixieland Jazz Band e, em poucas semanas, o disco se transforma num sucesso inesperado, levando o grupo ao estrelato. De repente, a América enlouquece com o jazz, e a Era do Jazz está prestes a começar.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Jazz por Luis Fernando Veríssimo
Peço desculpa por não esmiuçar o livro com maiores detalhes. Por outro lado a novidade é que eu consegui o livro no blog Exilado, ou seja, você poderá baixar e ler o livro na integra.
Jazz ( Luis Fernando Verissimo ) - Clique Aqui p/ o Download
Para os navegantes de primeira viagem (que foi o meu caso), o livro está no formato epub. Por isso é necessário um software para abrir esse tipo de arquivo. Eu recomendo o FB Reader.
Espero que gostem da dica. E boa leitura a todos.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
O jazz na ilha deserta
BENNY GOODMAN – Carnegie Hall The Complete Concert - O concerto dado em 1938, no Carnegie Hall, em Nova York, com clássicos da Era do Swing mais um apanhado da época anterior. Pela primeira vez o jazz se apresentou em uma casa de concertos.
BUDDY RICH – Big Swing Face – Gravado ao vivo, mostra toda a energia e técnica do baterista, acompanhado por uma excelente banda e um repertório fantástico.
DAVE BRUBECK – Take Five - O famoso quarteto de Dave Brubeck no seu álbum mais notável.
ELLA FITZGERALD – The Cole Porter Song Book vols. 1 e 2 – Uma das maiores vozes do jazz interpretando um dos maiores compositores americanos, Cole Porter.
JIM HALL - Live! – Um trio de guitarra (Jim Hall), baixo e bateria, arrasando alguns temas clássicos do jazz em um ambiente intimista de casa noturna.
MICHEL PETRUCCIANI – Trio in Tokio – Esse álbum é uma paixão recente minha. Músicos fantásticos, repertório idem. Vale conferir. Você pode ouvi-lo inteiro no podcast CJUB (clique no link embaixo da capa do CD)
NAT ‘KING’ COLE – After Midnight – Esse é outro álbum clássico. Meu pai o tinha em LP e foi uma das minhas primeiras audições de jazz. Ouvi quase até furar.
OSCAR PETERSON – The Oscar Peterson Big 6 – Gravado ao vivo no Festival de Montreux, em 1975, o sexteto é composto por Joe Pass (guitarra), Toots Thielmans (harmônica), Milt Jackson (vibrafone), Niels Henning Oersted Pedersen (baixo), Louis Bellson (bat) e, naturalmente, Oscar Petrson (piano).
OSCAR PETERSON – Exclusively for my Friends – um box com 4 CDs, cujas músicas foram compliadas de uma série de LPs gravados na Alemanha. Uma aula de piano, tanto solo quanto em trio.
LESTER YOUNG & TEDDY WILSON – Pres and Teddy – O saxofonista Lester Young encontra o quarteto de Teddy Wilson e tocam um repertório delicioso. A versão de All of Me, na minha opinião, é definitiva, irretocável.
Esses são os meus, e você, quais levaria?
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
As músicas de jazz mais gravadas de todos os tempos - 3ª parte
Por Edison Junior
E encerramos com esse post a lista dos 10 temas mais gravados de todos os tempos, segundo Mario Jorge Jacques em seu livro Glossário do Jazz:
4ª) SWEET GEORGIA BROWN (1.440 gravações)
Esse tema é de 1925 e foi composto por Ben Bernie e Maceo Pinkard, com letra de Kenneth Case. Tem um ritmo e melodia que se prestam a grandes improvisos. Dentre as gravações famosas, destacam-se as de Stéphane Grappelli e Django Reinhardt, Cab Calloway, Ella Fitszgerald, Louis Armstrong, Ray Charles, Jerry Lee Lewis, Count Basie, Fats Waller, Oscar Peterson e tantas outras. Sem contar a versão assobiada, dos Brother Bones, eternizada como tema dos inacreditáveis Harlem Globetrotters.
3ª) SUMMERTIME (1.554 gravações)
Os irmãos George e Ira Gershwin compuseram essa música em 1935 para a peça Pogy & Bess, que por sinal também tinha outros belíssimos temas. Uma das versões mais conhecidas hoje, e através da qual eu conheci essa música, é a de Jenis Joplin, mas foi gravada por inúmeros jazzistas, como Miles Davis, Norah Jones, Louis Armstrong, Eva Cassidy e outros.
2ª) ST. LOUIS BLUES (1.769 gravações)
A música popular composta por W. C. Handy, em 1914, é a mais velha dessa lista. Foi classificada à época de sua primeira gravação como um fox-trote. A versão de Bessie Smith e Louis Armstrong entrou para o Hall da fama do Grammy em 1993.
1ª) BODY AND SOUL (1.931 gravações)
E a campeã é... Body And Soul! Composta por Johnny Green, Edward, Heyman, Robert Sour e Frank Eyton para a atriz e cantora inglesa Gertrude Lawrence Libby Holman. Foi introduzida nos EUA em 1930, e a primeira gravação foi de Louis Armstrong. Praticamente todos os pincipais jazzistas a gravaram depois disso, notadamente Coleman Hawkings (antológica!), Billy Holiday (idem), Dexter Gordon, Lester Young, Frank Sinatra, Amy Winehouse, Charles Mingus, John Coltrane, enfim, pense em um grande nome do jazz e ele a terá gravado.
E por aqui encerramos essa lista, esperando que tenham gostado. Outras versões poderiam ter sido escolhidas para ilustrar o texto, mas não tive como escapar das minhas preferências pessoais. Ah, você escolheria outras? Então indique-as nos comentários, quero conhecê-las também!
terça-feira, 23 de outubro de 2012
As músicas de jazz mais gravadas de todos os tempos - 2ª parte
Por Edison Junior
Seguimos com a lista dos 10 temas mais gravados de todos os tempos, segundo Mario Jorge Jacques em seu livro Glossário do Jazz:
7ª) 'ROUND MIDNIGHT (1.387 gravações)
Um clássico de Thelonious Monk, de 1944, foi gravada por Lester Young, Dizzy Gillespie, Miles Davis e pelo próprio Monk inúmeras vezes. Essa música serviu de tema para um filme homônimo sobre a vida de um músico de jazz negro que morou em Paris, baseado na vida de Lester Young. Filmaço, assistam!
6ª) TAKE THE 'A' TRAIN (1.397 gravações)
Uma das mais profícuas e belas parcerias da música de Jazz foi a de Duke Ellington e Billy Strayhorn. Quando Duke convidou Billy para trabalharem juntos, convidou-o para ir até sua casa e lhe deu as indicações do caminho. A letra dessa música baseia-se nessas instruções, cuja primeira instrução era pegar o trem 'A'. Strayhorn afirma que começou a compô-la já no caminho (you must take the A train; to go to Sugar Hill way up in Harlem).
Duke Ellington gravou essa música várias vezes, mas destacam-se também as inúmeras gravações de Ella Fitszgerald. Até os Rolling Stones fizeram referência a ela no álbum Still Life, de 1982. Mas uma das que gosto mais é a de Michel Petrucciani.
5ª) CARAVAN (1.404 gravações)
Caravan foi composta pelo trombonista Juan Tizol, que teve a felicidade de também compor Perdido (em 32º lugar nessa lista de músicas mais gravadas). Woody Allen já a colocou como tema em dois de seus filmes. Gravações notáveis são as de Nat King Cole, com a participação do próprio Tizol, e Les Paul.
Continua…
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
As músicas de jazz mais gravadas de todos os tempos - 1ª parte
Por Edison Junior
O Daniel e eu estávamos conversando outro dia sobre uma coisa muito legal que tem no jazz que são as inúmeras gravações que são feitas de um mesmo tema. A música de jazz tem como uma de suas características principais a improvisação. Dado um tema, os músicos começam a compor em torno dele, transformando-o, embutindo a sua própria visão e sentimento.
Mas, afinal, quais são as músicas preferidas dos músicos? Quais são as mais gravadas? Baseados no livro Glossário do Jazz, de Mario Jorge Jacques (recomendo), listamos a seguir as 10 músicas de jazz mais gravadas até 2010:
10ª) MY FUNNY VALENTINE (1.230 gravações)
Composta por Richard Rodgers e Lorenz Hart para o musical Babes in Arms, de 1937, as gravações mais notáveis de My Funny Valentine são as de Chet Baker, Frank Sinatra e Miles Davis.
9ª) STARDUST (1.266 gravações)
Essa canção foi composta por Hoagy Carmichael em 1927 e ganhou letra de Mitchell Parish dois anos depois. Foi gravada por quase todas as orquestras americanas, além de Louis Armstrong, Nat King Cole, Dizzy Gillespie e Dave Brubeck. A primeira gravação abaixo foi amadoristicamente digitalizada de um LP por mim, e é uma das melhores versões que já ouvi. Foi gravada pela banda de Lionel Hampton, na década de 30 ou 40 e eu nunca encontrei o CD. Ouça a poeira das estrelas no vibrafone de Hampton.
8ª) ALL THE THING YOU ARE (1.267 gravações)
Composta em 1939 por Jerome Kern e Oscar Hamerstein II, foi escrita para o musical Very Warm for May. Alguns dos que a gravaram foram Tommy Dorsey, Artie Shaw, Dizzy Gillespie, Django Reinhardt e Keith Jarrett.
Continua…
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
John Pizzarelli no programa Todo Seu
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Petrópolis Jazz & Blues Festival 2012
Por Edison Junior
Cricket Taylor (+Big Gilson)
Wilson Meireles Trio
- mais pontualidade no início das apresentações.
- o estacionamento anunciado como gratuito ficava em meio a um lodaçal, forçando todo mundo a contratar o serviço de manobrista por R$ 10. Isso no primeiro dia, porque no segundo eles tiveram o desplante de aumentar para R$ 15. Uma sacanagem.
- educação do público: muita conversa durante as apresentações; não sei o que a organização pode fazer a respeito, mas acho que ajudaria se tirasse os pontos de venda de bebidas de dentro do salão de apresentação.
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Barbara Dennerlein - Tribute to Charlie (Live 1988)
domingo, 14 de outubro de 2012
Gennett Jazz 1922-1930: From the Joe Bussard Collection
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
The Jazz Hole, um grupo para os amantes do jazz.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Review: John Pizzarelli - Double Exposure (2012)

Por Daniel Faria
Há poucos dias de ir a mais um show do John Pizzarelli, que acontecerá no Bourbon Street no próximo dia 18, resolvi que era a hora de escrever um review sobre o seu mais novo álbum, Double Exposure (2012). Apesar de saber que eu deveria ter escrito esse review meses atrás, confesso que não tive inspiração necessária para resenha-lo, mas agora, as vésperas de ir pela segunda vez ao show do Pizzarelli, achei que era a oportunidade necessária.
Em sua carreira, John Pizzarelli não se tornou apenas um nome conhecido por ser um grande guitarrista de jazz, mas tornou-se reconhecido por ser um grande interprete e por regravar inúmeras canções populares e standards , com uma qualidade impecável, mas não apenas uma música ou outra, Pizzarelli gravou álbuns inteiros com regravações, sempre dando a cada música o seu toque refinado e colocando sua marca registrada em cada canção, por mais conhecida que ela já poderia ser. Foi assim ao regravar clássicos do Nat King Cole, Frank Sinatra, Tom Jobim, mais recentemente Duke Ellington, entre outros tantos. Porém o principal era, que seja qual fosse a música, o toque pessoal do Pizzarelli estava lá.
E em Double Exposure (2012) não foi diferente, Pizzarelli escolheu a dedo canções populares, e que fizeram parte da sua adolescência, que marcaram sua vida, esse é digamos o espirito do álbum. Um detalhe fundamental é em relação ao produtor do álbum, Russ Titelman, o mesmo produtor do seu álbum Bossa Nova (2004). Isso é visível em todo álbum, pois Double Exposure tem um toque praticamente natural da bossa nova entre as canções.
O álbum começa com a clássica “I Feel Fine” dos Beatles, junto com Sidewinder do Lee Morgan, com um toque jazzístico de arrepiar, um arranjo de metais e a voz suave do Pizzarelli, e como é de praxe, não poderia faltar a sua marca registrada na hora do solo, os scats, para quem ainda não sabe, Pizzarelli tem uma técnica extraordinária que é de solar e acompanhar com sons feito com a boca, essa sim é a sua marca. “Harvest Moon”, música do Neil Young, surge na sequencia com um toque jazzístico refinadíssimo, uma das melhores baladas do álbum, destaque para o solo do violino feito por Aaron Weinstein. Acompanhado por sua esposa, a cantora Jessica Molaskey, surge na sequencia com um arranjo bem agitado e humorado, a clássica “Traffic Jam” de James Taylor, em duo com “The Kicker” de Joe Handerson. John e Jessica proporcionam um duo perfeito, harmonioso, com scats e com pitadas de solo de guitarra, destaque para o baterista Tony Tedesco e o pianista Larry Fuller. Na sequencia outra música que merece meu destaque, “Ruby Baby”, tem uma levada jazzística deliciosa e empolgante. Elvis Costello também é lembrado, com a música “Alison”, que é interpretada de forma sublime por Pizzarelli, com um arranjo jazzístico refinado. “Rosalinda's Eyes” de Billy Joel, recebe o toque da bossa nova, ganhando uma leveza, apenas na voz e no violão, mais um toque do talento do Pizzarelli como arranjador. Quando soube que a clássica “In Memory of Elizabeth Reed” dos Allman Brothers Band, estaria no álbum e consequentemente seria regravada pelo Pizzarelli, fiquei ansioso para ouvi-la. O resultado não poderia ser outro, uma música que já foi concebida por uma das melhores bandas de todos os tempos, merecia um toque do Pizzarelli e assim foi feito, essa música é sem dúvida, a melhor do álbum, um instrumental de tirar o fôlego, um jazz com um toque swuingado. Destaque para todos os músicos é claro, em especial para o baixista Martin Pizzarelli, que fez uma linha de baixo primorosa na música, ela que foi escrita pelo próprio Martin. “Walk Between the Raindrops”, canção do Donald Fagen, que foi regravada por inúmeros músicos, eu não há conhecia, mais gostei muito da regravação do Pizzarelli, um jazz swingado, embalado, com solo e scats. “Free Man in Paris” do Joni Mitchell, também ganhou um toque de bossa nova, porém dessa vez com um arranjo mais encorpado. “Take a Lot of Pictures”, é uma canção do Pizzarelli em parceria com sua esposa Jessica Molaskey. O instrumental dessa música é arrebatador, um jazz refinado, com uma levada clássica, enquanto Pizzarelli canta quase palavra por palavra, a cozinha fica por conta do Larry, Tony e Martin, um acompanhamento perfeito. Na sequencia a brilhante “I Can Let Go Now”, do Michael McDonald. Apesar da versão ter ficado agradável, ela soou mais como uma versão pálida da original. O álbum encerra com a canção “Diamond Girl” de Seals & Crofts. Na versão do Pizzarelli, a canção ficou bem diferente da original, talvez pela moldura que ele colocou em volta dela, sem fazer comparações, mais o solo do trompete soa como o do Miles Davis em “So What”, enquanto ao fundo Larry Fuller segura as pontas no piano, acompanhado por Tony e Martin.
Double Exposure (2012) é um bom álbum, com uma ideia não tão inovadora assim, mas mesmo se tratando de um álbum com regravações, o diferencial foi que as músicas selecionadas pelo guitarrista, foram músicas que fizeram parte da sua vida ao longo dos anos. Imagino que não foi um trabalho nada fácil selecionar apenas treze canções para formar o repertório. No mais sabemos da qualidade e da capacidade do John Pizzarelli, algo mais do que comprovado em outros álbuns, e o resultado é esse, um álbum bom, com boas canções, arranjos refinados e bem produzidos, um quarteto competente e inspirado, resultando em um álbum agradável de ouvir várias e várias vezes. John Pizzarelli parece mesmo ter o dom de fazer qualquer coisa quando o assunto é música. E que venha o show em São Paulo, a ansiedade aumenta a cada dia. E em breve voltarei com um review. No momento, desejo boa audição a todos.
01. I Feel Fine / Sidewinder
02. Harvest Moon
03. Traffic Jam / The Kicker
04. Ruby Baby
05. Alison
06. Rosalinda's Eyes
07. In Memory of Elizabeth Reed
08. Drunk on the Moon / Lush Life
09. Walk Between the Raindrops
10. Free Man in Paris
11. Take a Lot of Pictures
12. I Can Let Go Now
13. Diamond Girl
John Pizzarelli - Take a Lot of Pictures
John Pizzarelli - In Memory of Elizabeth Reed
John Pizzarelli - I Feel Fine / Sidewinder
Site Oficial: John Pizzarelli




