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terça-feira, 6 de novembro de 2012

Motörhead - The World Is Ours - Vol 2 - Anyplace Crazy As Anywhere Else (2012)

Phil Campbell (guitarra), Lemmy Kilmister (baixo/vocal) e Mikey Dee (bateria)
Por Daniel Faria

O power trio liderado por Lemmy Kilmister, lançou em setembro deste ano, o CD/DVD The World Is Ours - Vol 2 - Anyplace Crazy As Anywhere Else (2012). É uma compilação com apresentações ao vivo gravadas em alguns festivais em que o Motörhead tocou em 2011, como Wacken Open Air, o Sonisphere Festival e o Rock in Rio. O dvd traz o show completo do Wacken Open Air, na Alemanha, e trechos do Sonisphere Festival e do Rock in Rio.

Então sem mais delongas, trago até vocês o vídeo do show completo no festival Wacken Open, um show imperdível. Não tem muito o que falar, só assistindo mesmo e curtindo o som do Motörhead.


Set list: Wacken Open Air – August 8, 2011 in Wacken, Alemanha

01. Iron Fist
02. Stay Clean
03. Get Back In Line
04. Metropolis
05. Over the Top
06. Rock Out
07. One Night Stand
08. The Thousand Names of God
09. I Know How to Die
10. The Chase Is Better Than the Catch
11. In the Name of Tragedy
12. Just ‘Cos You Got the Power
13. Going to Brazil
14. Killed by Death
15. Bomber
16. Ace of Spades
17. Overkill

Meses atrás postei aqui no Jazz & Rock o  The World Is Ours Vol.1 - Everything Further Than Everyplace (2011), se você não assistiu, clique aqui

Site Oficial: Motörhead 

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Motorhead - The World Is Ours Vol.1 - Everything Further Than Everyplace (2011)



Set List

01. We Are Motörhead (Iron First)
02. Stay Clean
03. Get Back In Line
04. Metropolis
05. Over the Top
06. One Night Stand
07. Rock Out
08. The Thousand Names of God
09. I Got Mine
10. I Know How to Die
11. The Chase Is Better Than the Catch
12. In the Name of Tragedy
13. Just 'Cos You Got the Power
14. Going to Brazil
15. Killed by Death
16. Ace of Spades
17. Overkill

domingo, 25 de dezembro de 2011

Motörhead

2008 - Motörizer
Gênero: Heavy Metal



Com mais de trinta anos de estrada, o trio britânico liderado pelo lendário Lemmy Kilmister, continua soberano quando o assunto é rock’n’roll.

O Motörhead parece seguir a mesma “receita” em todos os seus álbuns, e tem como marca registrada um heavy metal rápido e visceral, com músicas curtas e explosivas. O sessentão Lemmy Kilmister continua desafiado tudo e todos, com seu vocal único e poderoso, sempre acompanhado por seu contrabaixo distorcido, enquanto o guitarrista Phil Campbell continua com seus riffs pesadíssimos e matadores, e o que dizer do baterista Mikkey Dee, uma verdadeira metralhadora, incansável e com uma precisão impecável.

Depois dos excelentes Inferno (2004) e Kiss of Death (2006), era mais do que esperado que o Motörhead lançasse outro álbum com a mesma pegada e qualidade. Isso de fato aconteceu com o lançamento do Motorizer (2008), um álbum para metaleiro nenhum colocar defeito, com um rock’n’roll explosivo do inicio ao fim, mas por outro lado, o álbum não trouxe nada de inovador, o trio inglês manteve a mesma linha, é claro que isso não tira o brilho do álbum, muito pelo contrário.

O álbum abre com “Runagroud Man”, rock’n’roll da melhor qualidade e com a marca do Motörhead, e mostra o que está reservado nas próximas faixas, pois a pegada é a mesma. Na sequencia o trio emenda uma música atrás da outra, sem dar tempo para você respirar, começando pela “Teach You How To Sing The Blues”, como é de praxe o vocal rouco e o baixo de Mr.Lemmy embala boa parte da música, o destaque fica por conta do solo do Phil Campbell. “Rock Out” começa com um pequeno riff do baixo e o vocal de Lemmy acompanhado pela batera metralhadora de Mikkey e um refrão muito grudento. Depois da pancadaria inicial, o trio dosa um pouco na velocidade e opta por um som mais cadenciado na música “One Short Life”, destaque fica por conta dos arranjos mais trabalhados e o solo de Phil Campbell. Na sequencia o trio ataca com “Buried Alive”, uma música que nos remete aos velhos clássicos do Motörhead, com uma atuação perfeita do baterista Mikkey Dee, o mesmo posso dizer da música “Black on The Chain”. “English Rose” começa apenas com a voz rouca do Lemmy, essa é outra música onde o trio deixou a velocidade de lado e mandou um som mais trabalhado. “Heroes” é a música mais longa do álbum, com incríveis cinco minutos, e é justamente nessa música que o trio mostra por que é uma das melhores bandas do mundo, com um rock’n’roll cadenciado e pesado, destaque para a batera, com um levada quebrada. Por fim temos “Time is Right” e “The Thousand Names of God”, duas músicas características do Motörhead e que encerram o álbum da melhor forma possível, com um rock’n’roll bombástico.

Se Motorizer (2008) será um álbum clássico do Motörhead, só o tempo irá nos dizer, mas o fato é que tem qualidade e calibre para isso. No mais o interessante fica por conta mesmo do trio liderado por Lemmy, os caras continuam incontestáveis e com a mesma pegada dos álbuns anteriores, fazendo um rock’n’roll como poucos tiveram ousadia para fazer, ainda mais durante tantos anos. Apesar de curtir o Motörhead a pouquíssimo tempo, isso já foi mais do que suficiente para que eu ficasse viciado no som dos caras, não tem como não se render a um rock’n’roll tão bem tocado.

E aproveito esta postagem para desejar feliz aniversário ao Lemmy, que ontem completou 66 anos !!! Boa Audição a todos.

Track List

01. Runaround Man
02. Teach You How To Sing The Blues
03. When The Eagle Screams
04. Rock Out
05. One Short Life
06. Buried Alive
07. English Rose
08. Back On The Chain
09. Heroes
10. Time Is Right
11. The Thousand Names of God

Motörhead - "Rock Out"


Site Oficial: Motörhead

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Motörhead

2000 - We Are Motörhead
Gênero: Heavy Metal



Em quatro anos de existência do Jazz & Rock e com muito material na bagagem, acabei de maneira displicente deixando muito som que deveria ter lugar de destaque, de fora. E os motivos foram muitos, como não ter uma equipe de uploaders e parceiros, o tempo cada vez mais escasso e principalmente a quantidade de material que eu tenho em mãos para publicar. E mesmo fazendo o possível e o impossível para compartilhar esse material, não tem jeito, sempre irá ficar um som de fora, o que é sem duvida uma grande perda. E como metaleiro, um dos grandes pecados que cometi foi o de não postar um álbum dos deuses do metal, o Motörhead. Mesmo curtindo o som dos caras a pouco mais de três anos, acabei cometendo esse pecado. Mas felizmente, podemos nos arrepender, clamar por misericórdia e postar um álbum do Motörhead.

Primeiramente não há o que falar sobre o Motörhead e o vocalista/baixista Lemmy Kilmister. Talvez por que não somos dignos de citar o nome desse cara, ele que já fez muito pelo heavy metal, é sem duvida uma referência no mundo inteiro, sua importância vai além da compreensão humana. E sobre o Motörhead, bom são mais de 35 anos de estrada e muito rock’n’roll.

E como se trata da primeira postagem do trio britânico no Jazz & Rock, escolhi um álbum mais do que especial, foi através desse álbum que passei a curtir e venerar o som desses caras. We Are Motörhead (2000) pode ser considerado o álbum mais avassalador e barulhento do trio britânico.

O álbum abre com “See Me Burning”, um excelente cartão de visita do Motörhead, um heavy metal visceral, com uma pegada muito rápida, destaque para Mikkey Dee e sua bateria (ou seria uma metralhadora?), enquanto Lemmy solta a sua voz rouca de forma impiedosa e nesse caso, sem misericórdia. Não há tempo para respirar, são três minutos de um som brutal. Na sequencia surge “Slow Dance”, que começa com o guitarrista Phil Campbell dando as boas vindas com um riff pesado e arrastado, a música tem uma pegada mais cadenciada e um refrão grudento demais, “Slow dance, slow dance, slow dance... Show me you´re a mover”. “Stay Out of Jail” segue a mesma linha da primeira, com uma pegada acelerada, porém com um pouco menos de peso e não menos avassaladora. “God Save The Queen” está entre um dos hits da banda, o interessante dessa música é clima mais rock’n’roll, talvez uma das virtudes do trio, é não se prender a rótulos, como o próprio Lemmy diz, o que eles fazem é puramente rock. É na mesma pegada que começa “Out to Lunch”, um rock’n’roll de tirar o fôlego, o trio se mostrando cada vez mais entrosando, com Lemmy mais uma vez cantando demais, os solos de Phil e a batera impiedosa de Mikkey Dee. Em “Wake The Dead”, o Motörhead parte para um clima mais sombrio, com um Mikkey detonando tudo no bumbo duplo, Lemmy com uma voz ainda mais rouca. Na sequencia surge a cadenciada “One More Fucking Time”, uma música que até poderia ser uma balada, mas não quando se trata de Motörhead, essa música tem uma letra muito profunda, vale a pena conferir a tradução. Depois da suposta calmaria, o trio britânico manda outra música avassaladora, “Stagefright-Crash & Burn”, heavy metal com requintes de crueldade, mais um convite ao bate cabeça. Destaque para o solo do guitarra Phil Campbell e para o som brutal do contrabaixo do Lemmy, que não economiza na hora de mandar as suas linhas, sempre com muito peso. Mais uma vez não há tempo para pensar ou puxar um pouco de ar, logo na sequencia surge “(Wearing Your) Heart On Your Sleeve”, curto demais essa música, enquanto Lemmy vocifera, a banda mantem uma base quase hipnótica, com direito a mais um solo de Phil. E para encerrar esse álbum primoroso, a música titulo “We Are Motorhead”, que começa com o baixo distorcido do Mr.Lemmy Kilmister, são 2:22 minutos de um som visceral, a letra em si é muito foda, cada palavra soa como um aviso e por fim o refrão serve para mostrar a grandiosidade dessa banda: “NÓS SOMOS O MOTÖRHEAD !!

Não há palavras que possam traduzir a importância dessa banda no cenário do metal mundial, Lemmy Kilmister não por acaso é reverenciado por onde passa, sempre levando o som do Motörhead até os confins da terra. Como disse no inicio do post, eu curto o som desses caras a pouco mais de três anos e postar um álbum deles no Jazz & Rock está longe de ser uma obrigação, é mais uma gratidão mesmo, por tudo que esses caras representam. Prova disso é que ontem, mesmo não estando no Rock in Rio, a minha expectativa e ansiedade em relação ao show do Motörhead era inexplicável e quando o trio subiu no palco e fizeram aquele show impecável, ao fim a minha adrenalina estava a mil por hora. Então aproveito para avisar aos navegantes, que esse será apenas o primeiro, de muitos e muitos posts sobre o Motörhead. Boa Audição a todos.

Track List

01. See Me Burning
02. Slow Dance
03. Stay Out of Jail
04. God Save the Queen
05. Out to Lunch
06. Wake the Dead
07. One More Fucking Time
08. Stagefright/Crash & Burn
09. (Wearing Your) Heart On Your Sleeve
10. We Are Motörhead

Motörhead - God Save the Queen


Motörhead - We Are Motörhead (Live)


Site Oficial: Motörhead