quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Them Crooked Vultures

2009 - Them Crooked Vultures
Gênero: Hard Rock



Para fechar o ano com uma dose extra de boa música, apresento a “superbanda”: Them Crooked Vultures. O trio é composto por nomes consagrados como, John Paul Jones (baixo), eternizado no Led Zeppelin e Dave Grohl (bateria) tocou no Nirvana e atualmente está no Foo Fighters. O guitarrista e vocalista Josh Homme, que completa o trio, integra as bandas Queens of Stone Age e Kyuss. O projeto começou a tomar forma em 2005, quando Dave Grohl teve a idéia de formar uma “superbanda”, mas durante um tempo ficou meio que adormecida e agora em 2009 eles finalmente concretizaram o projeto.

O trio chega para o cenário musical cercado de expectativas e apresenta o seu primeiro trabalho, auto intitulado “Them Crooked Vultures” (a banda divulgou todas as músicas no Youtube antes do lançamento oficial). O resultado justifica a espera e as expectativas, com um som excepcional, riffs pesados e refrões grudentos, com uma coesão que impressiona e que demonstra o entrosamento e a maturidade musical dos músicos. Tudo soa maravilhosamente bem, tudo encaixado perfeitamente na medida exata. As letras também são destaque, composições com conteúdo – algo que é cada vez mais raro na música atual – porém o trio prezou por isso.

Durante as faixas é possível perceber as influências de cada músico, sentir um pouco da sonoridade do Led Zeppellin nas músicas “Scumbag Blues”, "Reptiles" e “Elephants”, o rock do Foo Fighters também é lembrado, principalmente na faixa “Mind Eraser, No Chaser” e por Josh Homme ser vocalista do Queens Of The Stone Age, durante as músicas é notável uma influência, em especial as faixas “Dead End Friends” e “Bandoliers”. Outras músicas que merecem destaque são, "Warsaw Or The First Breath You Take After You Give Up" – que soa um rock psicodélico -, “No One Loves Me & Neither Do I”, “New Fang” , "Caligulove" e “Gunman”. Apesar das influências – que seriam inevitáveis – o trio soa original e diferente de tudo que você conhece.

Them Crooked Vutlures é sem dúvida uma das grandes surpresas do ano, pode não ser o melhor álbum, mas figura certamente entre os melhores, é um som que soa inovador e clássico ao mesmo tempo. Aparentemente é apenas um projeto sem prazo de validade, mas esperamos que a idéia não fique apenas no primeiro álbum.

Boa Audição e um Feliz Ano Novo a todos. O Blog Jazz e Rock volta com tudo em 2010.


Track List

01. No One Loves Me & Neither Do I
02. Mind Eraser, No Chaser
03. New Fang
04. Dead End Friends
05. Elephants
06. Scumbag Blues
07. Bandoliers
08. Reptiles
09. Interlude with Ludes
10. Warsaw or the First Breath You Take After You Give Up
11. Caligulove
12. Gunman
13. Spinning in Daffodils

Them Crooked Vultures "No one loves me and neither do I" (Live in Palladium, Cologne 2009)


Site Oficial: Them Crooked Vultures

sábado, 26 de dezembro de 2009

Enquanto isso.....

Para descontrair......

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Feliz Natal !



O Blog Jazz e Rock, deseja a todos os leitores um Feliz Natal, com muita paz e felicidade !
Que Deus abençõe !

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

The Brian Setzer Orchestra

2008 - Christmas Rocks: The Best of Collection
Gênero: Rockabilly



É chegamos a mais um natal pessoal e como é costume aqui no Blog estou disponibilizando um super álbum para vocês e claro, foi pensando nisso que estou postando dias antes, para dar tempo de você baixar, gravar e agitar sua noite de natal. Desde já desejo um Feliz Natal a todos vocês, de muita paz e alegria.

Bom e nada melhor do que passar o natal ouvindo músicas natalinas com uma pegada rock’n’roll. É isso que o guitarrista/vocalista Brian Setzer fez, preparou uma coletânea que contém músicas lançadas em dois álbuns “Boogie Woogie Christmas” e “Dig That Crazy Christmas” (ambos com temática natalina). “Christmas Rocks” reúne as já conhecidas, “Jingle Bells”, “Let It Snow! Let It Snow! Let It Snow!”, “White Christmas”, “Jingle Bell Rock” e uma versão inédita da canção “Santa Claus is Coming to Town”. Além do CD, foi lançado uma edição especial em DVD, com o registro do show realizado em dezembro de 2004, “Christmas Extravaganza” em Los Angeles. São 20 faixas escolhidas a dedo para agitar ainda mais a sua festa de natal.

Track List

01. Jingle Bells
02. Gettin' In The Mood (For Christmas)
03. Boogie Woogie Santa Claus
04. The Nutcracker Suite
05. You're A Mean One, Mr. Grinch
06. Dig That Crazy Santa Claus
07. Winter Wonderland
08. (Everybody's Waitin' For) The Man With The Bag
09. Angels We Have Heard On High
10. White Christmas
11. Santa Claus Is Coming To Town
12. Baby, It's Cold Outside
13. Let It Snow! Let It Snow! Let It Snow!
14. My Favorite Things
15. Jingle Bell Rock
16. Sleigh Ride
17. Santa Drives A Hot Rod
18. Christmas Island
19. Bach's Bounce
20. Take A Break Guys

Brian Setzer - "Jingle Bells" (Live)


Confira abaixo outros Cd's de Natal postados no Blog Jazz e Rock:

- The Brian Setzer: (Boogie Woogie Christmas)
- The Brian Setzer Orchestra: (DVD Christmas Extravaganz)
- John Pizzarelli: (Let´s Share Christmas)
- Diana Krall: (Christmans Songs)

sábado, 19 de dezembro de 2009

Bride

2009 - Tsar Bomba
Gênero: Hard Rock



Depois do lançamento do álbum “Skin For Skin” (2006), houve muitos boatos sobre o fim do Bride, até mesmo em entrevistas dos irmãos Thompson davam como certa essa decisão. Após alguns momentos complicados, decidiram compor e gravar um novo trabalho, que até então está sendo considerado o último da banda.

“Tsar Bomba” foi gravado devido a doações dos fãs do Bride, foram arrecadados dinheiro em todo o mundo, segundo informações há quem diga que o valor era de $20 dólares, porém quando o álbum fosse lançado cada um que contribuiu receberia uma cópia. O nome do álbum é por causa do apelido russo do RDS-202, uma bomba de hidrogênio que utiliza componentes de armas nucleares,foi construída pelos engenheiros da URSS , é considerada uma das bombas mais poderosas criada pelo homem, e que explodiu sobre a ilha de Nova Zembla, no Mar Ártico, em 1961.

Sobre a sonoridade do álbum, creio que o Bride acertou em cheio, pois nos álbuns anteriores já viam tentando fazer algo parecido, mas nesse álbum a banda mostra um hard rock pesado e explosivo, com elementos novos e antigos, Dale Thompson, apesar de não ter mais aquele vocal, continua impecável e ganha destaque pela forma agressiva na hora de cantar, o guitarrista Troy Thompson – velho conhecido dos fãs – não decepciona, sempre com solos interessantes, dessa vez ele vem acompanhado pelo guitarrista Steve Osbourne, que esteve presente na gravação dos álbuns clássicos, “Show No Mercy", "Live To Die" e "Silence is Madness” , outra novidade é a entrada do baterista Jerry McBroom, que já gravou com o Bride em 1998 no álbum “Oddities” e a estreia do baxista Glenn Watts.

“Tsar Bomba” é pura energia, contagiante, a mescla do hard rock pesado com a música acústica é sem dúvida um diferencial no álbum, entre as introduções (se é que posso chama-las assim), o principal destaque acústico é a faixa “Rhapsodie für eine Gitarre”, uma versão da música “Bohemian Rhapsody" do Queen. Destaque também para as faixas, “Industrial Christ”, “All We Are”, “We Are Together” – é uma faixa meio contraditória (risos), traz uma levada reggae que não me agradou nenhum pouco, apesar da letra da música ser boa e o refrão grudento – “Separate” e “Downward” podem ser consideradas as baladas do álbum, destaque para o piano tocado por Troy, por fim “We Are The People”, a faixa mais rock’n’roll do álbum.

Para quem conhece os trabalhos antigos do Bride, pode até contestar esse álbum, até por que a sonoridade da banda foi se modificando a cada lançamento, “Tsar Bomba” está longe de ser o melhor, mas no contexto geral eu gostei, creio que se for mesmo o último mesmo, o Bride deixa o cenário musical de cabeça em pé e a sensação de dever cumprido. Boa Audição a todos !

Track List

01. Industrial Christ
02. All We Are
03. Prokofiev
04. Love Shine
05. 1973
06. We Are Together
07. Never
08. Separate
09. Nothing Means Anything To Me
10. Bach Minuet
11. Last Thing That I Feel
12. Chopin Nocturne in Eflat
13. Downward
14. Look In My Head
15. When I Was A Kid
16. Rhapsodie für eine Gitarre
17. We Are The People

Site Oficial: Bride

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Big Time Orchestra

2008 - Ao vivo no Bourbon Street
Gênero: Neoswing / Swing / Rockabilly



Mais um post sobre um álbum que me chamou muito a atenção esse ano. Inclusive este é dos que mais ouço ultimamente. A melhor parte é que os caras são brasileiros, mais especificamente curitibanos. Acredito que a única banda de swing do Brasil, pelo menos com alguma ascenção. Assim foi quando Renan (Chucky), um amigo meu, me apresentou a banda. Ele me mostrou o vídeo que segue no fim do post de Let's Twist Again/Hawaii 5.0.

Vamos lá, o que seria Neoswing? Segundo o que li por aí e compreendi melhor ouvindo o som é que esse título de neoswing é um swing com muitos elementos de Rock n' roll bem antigo.

O álbum é repleto de versões feitas por eles próprios. Mas traz composições próprias como "Só amo essa mulher", "Clotilde", músicas muito animadas e descontraídas no que diz respeito às letras. Versões de músicas consagradíssimas como "Pretty Woman", "Hit the road Jack". A banda traz ainda temas famosos como "That's all folks" e "Fox Theme".

Só para citar alguns autores dos originais os quais a Big Time fez versões muito interessantes: Jorge Ben, Ray Charles, Louis Armstrong entre outros.

Destaque para "Americano / Brasileiro", versão traduzida da música Americano, destaque também para "Let's twist again/Hawaii 5.0".

Segue trecho de um comentário de um editor da revista Blues and Jazz:

O neo-swing

"E engana-se quem ainda pensa que big band é coisa do passado. Lá fora há uma cena efervescente, que mescla um repertório clássico (sucessos dos anos 30 a 50), ao rock, o pop e o ska, movidos não só a metais (sax, trompetes e trombones), mas também a vigorosas guitarras. Brian Setzer Orchestra, Big Bad Voodoo Daddy e Royal Crown Revue são nomes emblemáticos desse novo estilo, que vem sendo chamado de neo-swing.

A Big Time é uma das principais bandas do gênero no Brasil. Não por acaso, foi escalada para tocar em renomados festivais como os de Campos do Jordão (SP), Rio das Ostras e Búzios (RJ), Guarujazz (SP) Great Curitiba Music Fest (PR). Agora, ela pode tocar também na sua casa."

Helton Ribeiro
Editor da revista BLUES and JAZZ

Uma ótima audição a todos!


Track List

1. Fox Theme
2. Flintstones Theme
3. Showtime
4. Hit the road Jack
5. Clotilde
6. Let's twist again/Hawaii 5.0
7. Só amo essa mulher
8. Have you ever seen the rain and take train
9. Berbucano
10. Just a gigolo & Gigolô
11. Neurose
12. Simca Chambord
13. Americano & Brasileiro
14. Pretty Woman
15. That's All Folks




Site Oficial: Big Time Orchestra

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Esperanza Spalding

2006 - Junjo
Gênero: Jazz



Sugiro uma olhadinha no post anterior, no qual disponibilizei Esperanza (2008, álbum mais recente da artista.

Esse álbum que disponibilizo agora também é muito bom, já adianto que a moça se superou no mais recente, vale a pena ouvir os dois álbuns.

Destaque para a música Mompouana, que me fez sentir escutando-a tocar ao vivo e Loro, que pessoalmente achei muito boa também e bem swingada, confesso que swing me agrada muito. Ainda mais quando meio "sambinha", música muito gostosa de se ouvir.

No fim há um vídeo da própria comentando uma música deste disco e tocando-a.

Desculpem-me os que aguardaram por esse álbum, esperei um pouco para vir com tudo nas férias. Desejo a todos uma ótima audição, como se isso fosse difícil em se tratando de Spalding.

Track List

01. The peacocks
02. Loro
03. Humpty dumpty
04. Mompouana
05. Perazuán
06. Junjo
07. Cantora de yala
08. Two bad
09. Perazela



Site Oficial: Esperanza Spalding

Iron Maiden "Paschendale"


O Iron é conhecido por criar letras excelentes, ainda mais quando o assunto é guerra, creio que é uma das especialidades da banda, entre as várias composições posso citar, “Aces High”, “Invaders”, “The Trooper”, “Tailgunner”, “Paschendale”,“For The Greater Good Of God” (que cita a guerra religiosa nas nações), entre outras. Eu particularmente gosto desse desse tema, principalmente por abordar fatos históricos, seja na música, cinema ou literatura.

Neste post vou falar sobre a música “Paschendale”, do álbum “Dance of Death”, que tem como base fatos reais (como explica o artigo postado abaixo), o Maiden conta de maneira surpreendente um pouco da história da guerra na visão de um soldado, que conta tudo que ele passou, desde o começo enquanto ele esta na trincheira esperando o momento exato de atacar, passando pelo momento em que o soldado lembra do seu lar, sua família, chegando ao triste final em seu leito de morte. A letra foi composta pelo guitarrista Adrian Smith e o baixista Steve Harris.

Esta música descreve as ações de um soldado que lutou na batalha de Paschendale, também conhecida como “A Terceira Batalha de Ypres”, uma das maiores da Primeira Guerra Mundial. Neste conflito, contra o exército alemão lutaram os exércitos canadense e britânico, além do ANZAC, grupo de tropas da Austrália a Nova Zelândia.

O conflito se deu pelo controle da vila de Paschendale (conhecida como Passchendaele naquele tempo), perto da cidade de Ypres, na província de Flandres, Bélgica. O controle da região romperia a linha de defesa alemã, abrindo caminho à costa belga, onde estavam instaladas bases de submarinos alemães.

O solo nos arredores de Paschendale era composto por pântanos, encharcados durante todo o ano, independentemente do clima. O ataque aéreo lançado pelos bombardeiros ingleses com a finalidade de destruir as barricadas e metralhadoras alemãs danificou ainda mais o terreno, e em conjunto com as chuvas de agosto formaram grandes “lagos” de lama líquida, onde muitos tanques afundaram e muitos soldados se afogaram.

Em seis de novembro de 1917, após três meses de luta, o exército canadense finalmente tomou Paschendale, encerrando o conflito. E é neste ponto que se encontra o soldado ao início da música, ferido mortalmente no campo de batalha. Cerca de 250 mil homens dos exércitos aliados morreram na Batalha de Paschendale, e houve praticamente o mesmo número de baixas do lado alemão. (Fonte: Whiplash!!)

Em 2008 o filme "Paschendale", que conta a história do Sargento Michael Dunne(Paul Gross), um soldado que foi brutalmente ferido na França e retorna a Calgary emocionalmente e fisicamente com cicatrizes. Enquanto estava no hospital militar em Calgary, ele conhece Sarah(Caroline Dhavemas), uma atraente e misteriosa enfermeira, por quem se apaixona. Quando o irmão de Sarah, David se alista para lutar na Europa, Michael sente-se compelido a retornar à Europa para protegê-lo. Michael e David, como milhares de Canadenses, são enviados para lutar na terceira batalha.

Na versão ao vivo da música (video abaixo), no começo da música, Bruce Dickinson recita um trecho do poema “Anthem For Doomed Youth”, de Wilfred Owen (1893-1918). Durante a música o próprio Bruce se caracteriza de soldado em meio a arames farpados e trincheiras como cenário.

Iron Maiden "Paschendale" (Death On The Road)



Letra: "Paschendale" (Iron Maiden)
Autores: Adrian Smith e Steve Harris

Em um terreno estrangeiro ele está
Um soldado solitário que desconhece seu tumulo
Em suas palavras agonizantes ele reza
Contem ao mundo sobre Paschendale

Alivie tudo por que ele passou
Uma ultima comunhão da alma
Ele enferrujou suas balas com suas lágrimas
Deixe-me contar sobre seus anos

Abaixado em uma trincheira cheia de sangue
Matar até ser morto
Em meu rosto eu sinto a chuva
Nunca verei meus amigos novamente

Sob a fumaça, lama e chumbo
Sinto o cheiro da morte e a sensação de receio
Logo a hora de passar pelo muro virá
Uma rajada rápida espera por todos nós no fim

Assobios, gritos e mais rajadas de fogo
Corpos sem vida pendurados em arame farpado
O campo de batalha nada mais é que uma tumba sangrenta
Logo irei me reunir aos meus amigos mortos

Muitos soldados tinham apenas dezoito anos
Afogados na lama, chega de lágrimas
Certamente numa guerra ninguém vence
A hora da matança está prestes a começar

De casa, estou longe
Da guerra, uma chance de viver novamente
De casa, estou longe
Mas na guerra, sem chance de viver novamente

Os corpos nossos e de nossos inimigos
Um mar de morte que inundou
Na terra de homem algum, só Deus sabe
Para as mandíbulas da morte nós vamos

Crucificados como numa cruz
As tropas aliadas lamentam suas perdas
Máquina Alemã de propaganda de guerra
Como esta nós nunca tínhamos visto

Juro que ouvi os anjos chorarem
Rezo a Deus que mais ninguém morra
Assim as pessoas saberão a verdade
Contem a lenda de Paschendale

A crueldade tem um coração humano
E cada pessoa tem sua parte nisso
O terror das pessoas que matamos
O coração humano ainda está sedento

Defendo minha posição pela ultima vez
Minha arma está preparada enquanto me ponho na linha
Nervoso eu espero o assobio soar
Uma investida de sangue e em frente nós vamos

Sangue cai como chuva
Seu manto vermelho se revela novamente
O som das armas não pode esconder a vergonha deles
E assim nós morremos em Paschendale

Desviando das minas e dos arames farpados
Correndo direto ao fogo dos canhões
Correndo às cegas enquanto prendo a respiração
Faço uma prece, sinfonia da morte

Enquanto atacamos as linhas inimigas
Acontece uma explosão e nós tombamos
Eu exalo um grito mas ninguém o ouve
Sinto o sangue descer minha garganta

De casa, estou longe
Da guerra, uma chance de viver novamente
De casa, estou longe
Mas na guerra, sem chance de viver novamente

Vejam meu espírito sob o vento
Bem além das linhas inimigas
Amigos e inimigos se encontrarão novamente
Todos aqueles que morreram em Paschendale

Site Oficial: Iron Maiden