quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Produtora confirma Kiss no Brasil

Produtora confirma shows do Kiss no Brasil !! – É isso mesmo, não adianta limpar o óculos ou passar a mão nos seus olhos achando que isso é ilusão (risos).

A Produtora Time For Fun divulgou que a banda de hard rock Kiss fará dois shows no Brasil no mês de abril. Os shows fazem parte da turnê “Alive 35”, que comemora os 35 anos de carreira do Kiss. A última vez que o Kiss veio ao Brasil foi em 1999.

As apresentações ocorrem no dia 07/04 em São Paulo na Arena Anhembi e no dia 08/04 no Rio de Janeiro na Praça da Apoteose. Os ingressos começaram a ser vendidos dia 12 de fevereiro em São Paulo os preços vão de R$ 170 (pista inteira) a R$ 350 (Vip).

O Kiss vem para os shows com a formação clássica da banda, Gene Simmons (baixo) e Paul Stanley (guitarra), além de Tommy Thayer (guitarra) e Eric Singer (bateria). O repertório dos shows conta com clássicos da banda como “Rock’n’roll all nite”, “Deuce”, “Detroit Rock City” entre outras. Em breve eu posto um áudio do show que o Kiss realizou pela mesma turnê em Copenhagen, pelo que vi de todas as gravações na turnê atual o set list não muda muito. Mais isso é apenas uma especulação, já que futuramente eles devem divulgar o set list oficial para os shows no Brasil.

KISS EM SÃO PAULO

Início das Vendas
: Pré-Venda entre 5 e 11/02; Vendas em geral a partir do dia 12/02.
Vendas por telefone: (11) 2846-6000 ou 0300 789 6846, das 9h às 21h - segunda a sábado.
Vendas pela internet: Ticketmaster
Valores: R$ 170 (pista) e R$ 350 (pista vip)

KISS NO RIO DE JANEIRO

Início das Vendas: Pré-Venda entre 5 e 11/02; Vendas em geral a partir do dia 12/02.
Quando: 08/04, a partir das 21h30
Valores: R$ 160 (pista) e R$ 350 (pista vip)

OBS: A pré-venda é apenas para clientes Citibank.

Site Oficial: Kiss

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Pata de Elefante

2004 - Pata de Elefante
Gênero: Rock Instrumental



Conheci o som da banda Pata de Elefante através do Blog do Lenhador, uma banda nacional e com um som de excelente qualidade, desde que conheci não parei mais de ouvir. A banda Pata de Elefante surgiu em janeiro de 2002, formada por Gabriel Guedes, Daniel Mossmann e Gustavo Telles. O trio se diferencia por fazer rock instrumental com ênfase nas melodias. São canções instrumentais que atingem em cheio ao público acostumado a ouvir música com vocal. Gabriel Guedes e Daniel Mossman revezam entre guitarra e baixo, imprimindo a dupla sonoridade característica do grupo, sustentada pela bateria de Gustavo Telles. "Pata de Elefante" lançado em 2004 é o primeiro álbum da banda. Vale a pena conferir.

Track List

01. Soltaram
02. O Dia Em Que A Casa Caiu
03. Funkadelic
04. Não Fique Triste
05. Angelita
06. Cidade Invisível
07. Sooopraaa!!!
08. Daniela
09. Não Esqueça O Remédio
10. Bolero
11. Gato Que Late
12. Tudo Vai Ficar Bem
13. Isso É O Que Eu Tenho Para Dizer
14. Dor De Siso
15. Pata De Elefante

Clipe: Pata de Elefante "Pata de Elefante"



Site Oficial: Pata de Elefante

sábado, 24 de janeiro de 2009

S.M.V

(Victor Wooten, Stanley Clarke, Marcus Miller)

Três baixistas que dispensam qualquer comentário, quem é baixista ou acompanha o cenário jazzístico deve conhecer-los pelo menos de ouvir falar.

Stanley Clarke, Marcus Miller e Victor Wooten (SMV), o grupo foi formado em 2008, o “projeto” deu certo quando os três se apresentaram em um concerto realizado pela “Bass Player”, então no mesmo ano o álbum “Thunder” foi lançado e começaram a turnê mundial.

Um breve histórico sobre os três, Stanley Clarke é considerado uma lenda viva, diz que ele conseguiu fazer com o baixo o mesmo que Louis Armstrong e Charlie Parker fizeram com o trompete na época em que tocavam. Considerado um baixista virtuoso, conseguiu colocar seu nome no cenário jazzístico de forma rápida, tocou com Stan Getz, Horace Silver e Al Di Meola, lançou álbuns solos e fez participações em filmes. Marcus Miller é compositor e músico de jazz. Já tocou com grandes músicos entre eles: Miles Davis, David Sanborn (saxofonista americano), Bee Gees, Frank Sinatra, Mariah Carey e até Djavan. Miller foi treinado classicamente como um clarinetista, e toca também o clarinete baixo, teclado, saxofone, e guitarra, e é um cantor competente. Miller abriu caminhos no desenvolvimento de uma técnica chamada de "slapping". Sua habilidade no baixo "fretless" (sem trastes) levou o instrumento para contextos musicais previamente inexplorados com qualquer tipo de baixo elétrico, alem do mais Marcus Miller nunca escondeu sua admiração e sua influência do baixista Jaco Pastorius. Cedo na sua carreira, Miller era acusado de imitar demais o estilo do Pastorius, inegavelmente uma influência que era, e ainda é enorme. Victor Wooten, é um dos mais conceituados baixistas da atualidade, é de uma família de 5 irmãos (sendo ele o mais novo), todos seus irmãos tocavam ou cantavam, na época que Victor tinha 3 anos seu irmão mais velho começou a lhe ensinar a tocar baixo. Victor fez sua estréia profissional aos 5 anos no “The Wootens”, a banda de cinco irmãos. Desde então a sua fama não tem parado de crescer. Tocou com os grandes - Branford Marsalis, Chick Corea, Jaco Pastorius, etc. - e recebeu diversos prêmios, incluindo dois “Nashville Music Awards” e três (sem precedentes) para o melhor baixista do ano atribuídos pela “Bass Player Magazine” e ganhou igualmente dois Grammy's.

Depois do breve histórico já da para imaginar como é o álbum “Thunder”, um som da mais alta qualidade, instrumental de tirar o fôlego, eu particularmente – apesar de não ser músico – nunca ouvi nada parecido, ainda mais envolvendo três grandes baixistas, um som irresistível do começo ao fim. Se você não gosta de jazz fusion, depois de ouvir esse álbum vai mudar radicalmente de opinião.

2008 - Thunder
Gênero: Jazz Fusion



Track List

01.SMV
02.Thunder
03.Hillbillies On A Quiet Afternoon
04.Mongoose Walk
05.Los Tres Hermanos
06.Medley: Lopsy Lu/Silly Putty
07.Milano
08.Interlude: Classical Thump/Where's Stanley?
09.Tutu
10.Lil Victa
11.Pendulum
12.Interlude: 'Lemme Try Ya Bass'
13.Grits




Site Oficial: SMV, Stanley Clarke, Marcus Miller e Victor Wooten

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Daniel García e Tangoloco Quinteto

Beatles é sempre Beatles, suas músicas nunca serão esquecidas, existem regravações nos mais variados gêneros musicais, eu conheço versões em jazz, blues, chorinho e agora em tango. Sim, o legítimo tango de Buenos Aires se rende aos Beatles.

Tangoloco é um projeto idealizado e produzido pelo pianista/compositor argentino Daniel García, o Quinteto é conhecido pela fusão que faz do tango com outros ritmos, e no álbum “Tangos de Liverpool” isso fica evidente, a fusão perfeita entre as canções dos Beatles e o tango argentino. Daniel García e Tangoloco apresentam canções como: “Eleanor Rigby”, “Michelle”, “Ticket To Ride”, “Sargent Pepper's Lonely Hearts Club Band”, “Day Tripper”, “Yesterday”, “Yellow Submarine” e por fim uma música para finalizar com maestria o excelente trabalho “Crazytango” (Tangoloco), um instrumental de tirar o fôlego.

Tangoloco Quinteto é formado por: Daniel García (piano e arranjos); Walter Castro (bandoneón); Horacio Montesano (guitarras); Horacio "Mono"Hurtado (contrabaixo), e CristianColaizzo (bateria).

2004 - Tangos de Liverpool
Gênero: Tango



01. Eleanor Rigby
02. Michelle
03. The Fool On The Hill
04. Ticket To Ride
05. And I Love Her
06. Sargent Pepper's Lonely Hearts Club Band
07. If I Fell
08. Day Tripper
09. Yesterday
10. While My Guitar Gently Weeps
11. Yellow Submarine
12. Crazytango

Tangoloco - "Day Tripper/Libertango" (DVD - Live in Buenos Aires)


Site Oficial: Tangoloco

sábado, 17 de janeiro de 2009

Ed Motta

2001 - Dwitza
Gênero: Jazz/Samba/Progressivo/Funk/Soul/Bossa Nova



Comentar sobre um álbum do Ed Motta não é tarefa muito fácil, ainda mais para quem não é músico, como é o meu caso. Eu sou fã do som do Ed Motta e aos poucos vou apreciando cada álbum e descobrindo cada fase do seu trabalho. A resenha a seguir, possui trechos extraidos do texto criado por: Marcello Rocha.

“Dwizta” álbum lançado em 2001 e mostra outra faceta do som do Ed Motta, um álbum que mostra toda maturidade e cultura musical do Ed, com um som moderno, um som refinado e que parece tão experimental. O disco traz um repertório basicamente instrumental (à exceção de duas faixas) no qual a voz de Ed entra como pano de fundo, nos vocalises jazzísticos que ele vem testando desde os tempos do álbum “Entre e Ouça”. O álbum é difícil de ser ouvido principalmente no começo e para quem está acostumado com o lado pop dos outros trabalhos do Ed, “Dwzita” é um pouco de tudo, desde jazz, rock progressivo, soul, funk, bossa nova, samba-jazz e até uma música que lembra trilha de musical, e claro quem é músico vai conseguir captar toda riqueza musical que esse álbum passa – coisa que não consegui. “Dwizta” é a realização de um desejo musical do Ed, ele que disse na época “Escuto muito mais música instrumental do que música cantada. Meu jeito de cantar é muito mais influenciado por saxofonistas, trompetistas, trombonistas do que por cantores. Gosto de tudo, mas o jazz sempre teve um espaço especial dentro da minha discoteca", revela o músico, que assina a maioria das músicas e arranjos do CD.

Como já foi dito, o álbum é basicamente instrumental, com exceção de músicas que são cantadas, “Doce Ilusão” (escrita por Nelson Motta) e “Coisas Naturais” (parceria com Ronaldo Bastos).

O próprio Ed Motta fez um paralelo interessante com a tradição do churrasco gaúcho para explicar o álbum: “A carne só precisa de sal, mais do que isso você já está começando a tirar os elementos naturais dela. Dwizta é mais ou menos assim. É uma espécie de churrasco de música, que soa o mais natural possível”.

Bom agora é você ouvir e apreciar cada nota, cada arranjo desse álbum sensacional.

1. Um Dom Para Salvador
2. No Carrão Eu Me Perdizes na Consolação
3. Sus-Tenta
4. Doce Ilusão
5. Lindúria
6. Valse Au Beurre Blanc
7. Amalgasantas
8. A Balada do Mar Salgado
9. Coisas Naturais
10. Malumbuio
11. Madame Pela Umburgo
12. Cervejamento Total
13. Papuera
14. Instrumetida

Site Oficial: Ed Motta

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

O Teatro Mágico



Por Igor Almeida

Cênico, Sônico e Incrível. Eu definiria assim o “Segundo Ato” desse “Teatro Mágico,O”.O disco é totalmente ambientado, de deixar Dark Side of The Moon com medo. Música estranha, rotulam uns. Poesia cantada, música de dentro das entranhas, eu definiria.

As músicas fogem completamente do tipo e de estereótipos de música de rádio, ou vendável.Suas canções dão um valor incrível para as letras, sem perder em nada na parte musical.

O disco abre com um rito, um convite à entrar no clima mágico do teatro. Caindo de cara numa música que vagueia pelas terras do Rush. Desembocando na terceira faixa “Zé Ramalhica” misturado com algo não discernível! Por aí você tem uma noção do que é “O TEATRO MÁGICO”. O incrível do cd é: as músicas todas estão interligadas, tanto por letras como por sons.

Infelizmente me falta espaço para falar detalhadamente de todas músicas – coisa essa que o disco merece exaustivamente.

Mas, para deixar gostinho na boca, vou falar da música que mais me encantou no disco todo. “XANÉU Nº5”. Letra - Clique Aqui.

A música é um trocadilho constante, interpretada Fernando e Zeca Baleiro. Junte todo seu ódio pela TV dentro de uma mente inteligentíssima: Essa é a música!

Ficar falando muito não adianta, ainda mais sobre o Teatro Mágico. Afinal, as canções do Teatro falam sozinhas! Tem vida própria e corpo no disco, no próximo ato, NO SEGUNDO ATO!

2008 - Segundo Ato



Track List

01. Amadurecência
02. O Merito e o Monstro*
03. Cidadão de Papelão*
04. Pena*
05. Opus Erectus (Allegro Ma Nem Tanto)
06. Sina Nossa
07. Si Atromiso
08. Criado Mudo*
09. Sonho De Uma Flauta
10. (!)
11. Eu Não Sou Chico Mais Quero Tentar
12. @s!@
13. Alguma Coisa
14. Abacaiado
15. Xanéu Nº 5*
16. A Metamorfose, ou Os Insetos Interiores, ou O processo
17. A Primeira Semana*
18. F Chopin (Opus 64cm)
19. "..."*

Site Oficial: O Teatro Mágico
Site Oficial: TRAMA

Novo Filmworks de John Zorn em breve


Fã de cinema e de compositores de trilhas sonoras como Ennio Morricone, desde 1986 John Zorn tem escrito músicas para documentários, filmes independentes, desenhos animados e comerciais. Esse trabalho tem sido constantemente lançado pelo selo Tzadik como uma série de álbuns intitulada "Filmworks". Até agora o número de álbuns já soma 22. Só no ano passado foram quatro. No início desse ano vai ser lançado o novo trabalho "Filmworks XXIII: el General", reunindo 11 faixas escritas para um documentário sobre a vida do polêmico ditador mexicano Plutarco Elias Calles.

Segundo informações no sítio da Tzadik, a música de "El General" inclui elementos da tradição hispano-mexicana, ao som de violão, marimba, acordeão e baixo. Para quem não conhece vale a pena conferir os álbuns da série. A música de "Filmworks" é bastante variada, inclui participações de músicos diversos, como Cyro Baptista, Anthony Coleman, Marc Ribot, David Shea, Naná Vasconcelos, Joey Baron, Erik Friedlander, Ikue Mori e muitos outros, e tem sido uma ótima oportunidade para Zorn experimentar novos sons.


Sítio na web: Tzadik, John Zorn MySpace

Uma colaboração do blog FANTOJAZZ

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Torsten Goods

Já faz um tempo que eu queria mostrar o som desse guitarrista, que vem ganhando muita notoriedade no cenário jazzístico. Eu particularmente amo esse estilo de jazz, e posso estar errado até por que não sou músico, mais o jeito dele tocar lembra e muito John Pizzarelli.

Torsten Goods é filho de mãe irlandesa e pai alemão, começou sua carreira aos 14 anos, e tem como principais influências, George Benson, Bireli Lagrene, Wes Montgomery, Django Reinhardt, Stevie Wonder, Kenny Loggins e Freddie Mercury. De 2001 a 2003, Torsten ganhou uma bolsa para estudar guitarra na renomada New School University em Nova Iorque. Em 2005, foi um dez finalistas do famoso "Thelonious Monk Jazz Guitar Competition", isso o ajudou para que ganhasse mais notoriedade no cenário músical.

Sua discografia atual conta com cinco álbuns oficiais, seu primeiro álbum lançado em 2001 "Manhattan Walls", Steppin (2004), "Jazzy Christmas" (2005), "Irish Heart" (2006) e o atual "1980" (2008).

E outro grande problema é a falta de informação sobre ele, nenhum site em português fala sobre e o que você encontra sim em grande quantidade são vídeos no Youtube - inclusive esses que postei aqui para vocês.

Apesar de ter cinco álbuns lançados é bem raro de encontra-los, até quem tiver ou conseguir e quiser enviar para o Blog Jazz e Rock ficarei muito feliz. (risos). Espero que gostem do som do Torsten, para ouvir ou conhecer um pouco mais tem a opção do site e myspace.

Site Oficial: Clique Aqui
Myspace: Clique Aqui

Blues For Joey (TV Show - Hallo Berlin)


No Religion


Crazy Little Thing Called Love