terça-feira, 21 de abril de 2009

Irio De Paula

Irio De Paula é mais um músico que conheci por acaso na internet. Ele é violonista, brasileiro, reconhecido internacionalmente e que já tocou com diversos músicos, entre eles, Paulo Moura, Baden Powell, Chico Buarque, Chet Baker, Gato Barbieri, participou da turnê Européia com a cantora Elza Soares e se não bastasse é dono de uma discografia invejável seja solo ou em participação com outros músicos. Irio resolveu morar na Itália, desde então foi chamado inúmeras vezes para programas de rádio e de televisão. É reconhecido por seu virtuosismo, em violões de 6, 7 ou 12 cordas e também no cavaquinho. Neste álbum Irio toca no “Teatro Rossini Pesaro” (Itália) em apresentação solo, simplesmente sensacional, ele apresenta canções próprias, “Arcoiris” e Nordeste”, de Baden Powell “Samba em Preludio”, de Vinicius e Tom Jobim “Garota de Ipanema”, “Chega de Saudade”, “Samba de Orfeu”, “A Felicidade”, de Ivan Lins “Abre Ala”, de Enersto Nazareth “Odeon”, de Ary Barroso “Baixa do Sapateiro”, de Chico Buarque “O que será?”, entre outros.

A virtuosidade é incontestável, toca violão como poucos, não é a toa que já participou e ganhou de diversos festivais, infelizmente esse foi o único álbum que encontrei, porém já da para ter uma noção exata de quem é Irio De Paula. Inclusive quem tiver outros álbuns dele e quiser colaborar com o blog, favor enviar através do email e certamente será postado.

1996 - Jazz-samba Ao Vivo - (Teatro Rossini Pesaro)
Gênero: Jazz/Samba



01.Arcoiris
02.Nordeste
03.Samba em Preludio
04.Abre Ala
05.Manhã de Carnaval
06.A Felicidade
07.Odeon
08.Baixa do Sapateiro
09.Ponteio
10.Garota de Ipanema
11.O Que Será?
12.Samba da Bênção/Tristeza/Aquarela do Brasil/Samba de Orfeu
13.Chega de Saudade
14.Upa Neguinho

Irio de Paula "Samba em Preludio" (Concerto al Folkstudio di Roma del 1997)


Site Oficial: Irio de Paula

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Você é um Musicólatra Anônimo ?

Se você é desses viciados em música e que não consegue ficar um dia sem ela, sinta-se a vontade para fazer parte dos Musicólatras Anônimos.

Ao contrário dos Alcoólicos Anônimos, nossa intenção não é fazer você largar a música e sim continuar, porém com uma regra básica:

Não "consuma" a música sozinho...compartilhe conosco !

Bem Vindo aos Musicólatras Anônimos. Puxe uma cadeira e vamos conversar.

Clique Aqui e Participe !

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Ed Motta

1998 - Direct TV Manual Prático Tour (Bootleg)
Gênero: Funk/Soul



Mais uma raridade disponibilizada na comunidade do Ed Motta . O bootleg gravado durante a tour do álbum “Manual Prático” no Bourbon Street em São Paulo. Boa parte das músicas são do álbum “Manual Prático para Bailes, Festas e Afins Vol 1”, já a música “Vamos Dançar” é da versão do disco “Remixes e Aperitivos”. Ed Motta dispensa comentários, assim como a sua banda formada por Paulinho Guitarra (guitarra), Marcelo Mariano (baixo), Glauton Campelo (teclados), Renato Massa (bateria), Jessé Sadoc, Lelei e Aldivas Aires (metais).

Ed Motta detona nesse show, interage com o público de forma sensacional e claro destaque para os scats que antecede a música “Manuel”, Ed também relembra os clássicos da sua carreira, “Entre e Ouça”, “Baixo Rio”, “Já” (com um solo extraordinário do Paulinho). As faixas “Luna e Sera” e “Solução” estão um pouco riscadas, porém não impede em nada de curtir o som.

A arte (capa) foi uma criação do Marcelo Donati, que segundo ele teve sua inspiração através da capa original do álbum “Manual Prático”. Ficou excelente por sinal.

Track List

01. Daqui pro Méier
02. Lustres e Pingentes
03. Dias de Paz
04. Vamos Dançar
05. Fora da Lei
06. Por Você Ser Mais
07. Falso Milagre do Amor
08. Flor do Querer
09. Entre e Ouça
10. Vendaval
11. Luna e Sera
12. Já
13. Baixo Rio
14. Scats - Manuel
15. Solução - Tema de Encerramento

Site Oficial: Ed Motta

sexta-feira, 3 de abril de 2009

[ Entrevista Revista Época ] Paul Stanley

"Será um álbum de rock puro e cru"

Em entrevista a ÉPOCA, Paul Stanley, guitarrista e vocalista do Kiss, fala sobre seu desempenho nos palcos, o lançamento de um novo álbum com músicas inéditas e a paternidade aos 57 anos

Por Rodrigo Turrer

Um choro de criança interrompeu duas vezes a entrevista com o guitarrista e vocalista do Kiss, Paul Stanley. Há quase dois meses nasceu sua segunda filha, Sarah Brianna. Não que aos 57 anos ele tenha trocado os shows pela vida caseira. Estará no palco para comemorar 35 anos do Kiss na turnê mundial Kiss alive 35, que passa por São Paulo, no dia 7 de abril, no Arena Anhembi, e pelo Rio de Janeiro, no dia 8, na Praça da Apoteose. Nesta conversa, ele fala sobre o amor aos palcos e ao público, o novo disco de inéditas do Kiss depois de 10 anos, e sobre a opção entre ter filhos e fazer shows.

ÉPOCA Nesses 35 anos de Kiss, qual foi seu momento predileto, ou ao menos um dos muitos marcantes que você teve?

Paul Stanley – Deus... (suspiro). Foram muitos. Incontáveis. Mas acho que apesar de termos vindo ao Brasil algumas vezes, um dos momentos mais impressionantes e empolgantes da minha carreira foi o show que fizemos no Rio de Janeiro, no Maracanã (histórico show de 1983). Tocamos para cem mil pessoas ensandecidas. Aquilo foi inesquecível. Um dos momentos inesquecíveis do Kiss, para mim.

ÉPOCA – Uma vez que se alcança tudo que o Kiss conquistou – dos milhões de dólares aos discos de ouro e turnês de sucesso, por que continuar fazendo shows? Não é cansativo?

Stanley – É cansativo. Mas temos prazer nisso. Só sabemos fazer isso, sabe? E amamos fazer isso como fazemos. O motivo para continuarmos na ativa é o amor pelo público. Nenhum outro. Não queremos ser a banda que mais vende e não fazemos pela grana. Nós já temos a grana que precisamos. Conseguimos tudo isso que temos apenas sendo fiéis e verdadeiros com nós mesmos e ao que gostamos de fazer. Adoramos essa energia e a força do público. Nós não somos ninguém sem os fãs, por isso continuamos tocando.

[A primeira interrupção causada pelo choro da filha de Stanley. A pausa não dura nem um minuto]

ÉPOCAPor que o Kiss voltou, depois de ter anunciado o fim, em 2001?

Stanley – Achávamos que não tínhamos mais nada a oferecer, mas percebemos que alguns integrantes é que não davam importância ao grupo. Em vez de abandonar o que amávamos, decidimos largar quem não se interessava pelo Kiss.

ÉPOCA – Você se refere aos problemas com drogas dos membros fundadores do Kiss [Peter Criss (bateria) e Ace Frehley (guitarra), substituídos na versão atual por Tommy Thayer e Eric Singer]?

Stanley – Bom, prefiro não citar nomes nem falar sobre motivos. Mas você sabe: tentamos recebê-los na banda algumas vezes, e sempre era difícil. Eles nunca estavam totalmente satisfeitos, comprometidos ou integrados ao espírito do Kiss o suficiente. Não podemos sacrificar nosso compromisso com os fãs por causa de caras que não estão nem ligando para o que fazem.

[A segunda interrupção provocada pela recém-nascida. Em menos de dois minutos Stanley estava de volta]

ÉPOCA – Quando o Kiss voltou pela primeira vez, em 1996, você disse que o grupo não apenas tinha de ser o que fora um dia – tinha de ser muito melhor. E agora? Dá pra ser ainda melhor?

Stanley – Por isso estamos aqui. Por isso estamos fazendo shows. Sabe, uma das melhores coisas de se envelhecer tocando é aprimorar a técnica e sacar exatamente o que é preciso fazer para levar o público ao delírio. Somos melhores hoje do que éramos quando jovens. E sabemos fazer melhor.

ÉPOCA – Não é melhor parar no auge?

Stanley – Sem dúvida. Por isso, o Kiss não pode parar. Estamos numa forma incrível, nosso show hoje é muito melhor do que em 1974, 80 ou 90. Vamos até tocar Alive (álbum clássico de 1974) na íntegra. Depois vamos tocar músicas de outras fases. Talvez até músicas do novo disco. Estamos no auge, e amamos o que fazemos.

ÉPOCAOs fãs podem esperar por algum novo material?

Stanley – Sim. Nós vamos lançar um álbum novo, com músicas inéditas. Será o primeiro álbum de inéditas do Kiss em 10 anos. Vai ser um álbum cru, de volta às raízes, sem as frescuras atuais de produtores, efeitos e todas essas bobagens do pop. Um álbum à moda antiga, de rock puro e cru. Como nossos fãs gostam.

ÉPOCATodo esse mito que sempre rodeou o Kiss nunca o cansou?

Stanley – Nem um pouco. Nós somos isso. Cada integrante do Kiss é isso. Como te disse, não podemos decepcionar os fãs. Claro que algumas histórias de exageros sempre incomodam um pouco. Por isso decidimos lançar uma biografia autorizada, contando a nossa versão das coisas. Mas o mito do Kiss faz parte de nós. Sempre quisemos construir uma lenda – e conseguimos.

ÉPOCAE não é cansativo e irritante usar essa maquiagem e botas o tempo inteiro? Você nunca se sentiu meio que um palhaço?

Stanley – Houve em tempo em que achávamos. Quando decidimos parar de usar as máscaras e a maquiagem, alguns achavam que a banda iria acabar. Tinham-nos reduzido a isso. O tempo provou que eles estavam errados.

Sabe, o Kiss foi a primeira banda de rock matadora, pauleira mesmo, sem frufrus. A maquiagem, as botas e todas essas coisas eram apenas aparatos, efeitos que tornavam a coisa ainda maior. Nunca nos reduzimos à maquiagem. Por isso decidimos tira-la por um tempo. Mas, olhando para trás com respeito, vimos que valia a pena recolocar a maquiagem e vestir as botas em homenagem a tudo que somos e fomos. Aos nossos fãs.

ÉPOCAÉ possível ter uma vida, digamos, “civil” depois do Kiss? Quero dizer: sendo o “Paul Stanley do Kiss”, você consegue ter outros interesses para além da música?

Stanley – (Risos) Alguns acham que não. Mas pra mim é perfeitamente possível. Quando saio das turnês ou não estou no estúdio. Gravei álbuns solos e produzi alguns shows. Adoro musicais. Participei por seis meses do elenco permanente de O Fantasma da Ópera em Toronto. Quero continuar. Depois da turnê do Kiss pretendo fazer Broadway. Mas gosto mesmo é de pintar quadros. Acho artisticamente revelador, uma sensação fantástica. E consegui vender alguns por bons preços, até. Além da minha família. Ou seja: minha vida fora do Kiss é intensa.

ÉPOCAVocê casou e teve uma filha recentemente. O que é melhor: fazer shows ou ter filhos?

Stanley – (Risos) Essa é difícil. São situações opostas. No palco, somos o centro do universo, todos estão atentos a nós. Quando se é pai, é o oposto: nem sua mulher lhe dá atenção. Só temos olhos para os filhos.


Fonte: Revista Época

quinta-feira, 2 de abril de 2009

300 visitas diárias e 9 mil por mês !

Quando comecei este blog em setembro de 2007, nunca imaginava que ele ia dar certo, até por que eu estava criando algo que sempre detestei (risos). Eu sempre detestei blog, achava algo chato e tal, até criar o meu e com isso mudar minha opinião sobre os blogs. Bom e passados 1 ano e 6 meses de existência, parece que o Jazz e Rock realmente foi para frente e tem alcançado seu objetivo, que é unir-se a outros blogs e juntamente divulgar a boa música.

E quero registrar essa marca, de acordo com os contadores Sitemeter e Histats, o blog está com uma média de 300 visitas diárias e 9 mil visitas por mês. Passamos também a marca das 150 mil visitas (desde a sua criação). É uma marca que eu particularmente não imaginava que iria alcançar com meu mero e humilde blog.

Quero agradecer a todos os leitores e não leitores, que visitam diariamente o Jazz e Rock, que encontram nele o que procuram e que retornam outras vezes em busca de novidades, que lêem o que eu escrevo (mesmo não sendo músico) procuro me empenhar ao máximo para passar a melhor informação possível referente a cada álbum postado, gostaria de continuar recebendo comentários (afinal isso é muito importante), me mandem dicas de sons, até por que essa troca de informações é valiosa, continuem mandando email e com certeza farei o possível para responder e entrar em contato. O blog é uma grande troca de favores e nesse tempo já conheci grandes músicos através de indicações enviadas pelos leitores, esse é o espírito do blog.

Agradeço a todos. Abraço.


Créditos Foto: Nadaver

terça-feira, 31 de março de 2009

Milton Nascimento

2002 - Pietá
Gênero: MPB



“Pietá” é o álbum mais recente do cantor/compositor Milton Nascimento, muitas pessoas dizem ser um dos melhores álbuns da sua carreira, eu não sou um conhecedor da sua discografia conheço uma ou outra música. Porém esse álbum me chamou a atenção, Milton está acompanhado por três jovens cantoras Marina Machado, Simone Guimarães e Maria Rita. Em uma entrevista que eu vi sobre o álbum, Milton conta que escolheu duas cantoras, só que ele queria uma terceira (por sua mania com números impares) então as duas cantoras comentaram sobre a então filha da Elis Regina (Maria Rita) e o próprio Milton relata que ela morava nos EUA e estudava e não estava afim de música, mesmo assim ligou falou com ela e deu um mês para ela pensar no assunto se ia ou não gravar e disse que não aceitaria gravar o álbum sem ela. Após esse tempo ela aceitou o convite e começaram as gravações. Milton conta que conheceu o talento da Maria Rita através de uma gravação demo que a cantora entregou pra ele em outra ocasião. Conclusão: as três cantoras participaram de forma fantástica do álbum, dando um toque feminino e de qualidade juntamente com o mestre Milton Nascimento. Marina Machado gravou “Casa aberta”, “Imagem e Semelhança” e “Pietá”, Simone Guimarães “Beleza e Canção” e “Boa Noite”, Maria Rita gravou “Tristesse” – destaque para esta música, aonde a cantora chega ao seu ponto pleno no álbum - e “Voa Bicho” e por fim as três gravaram “Vozes do Vento” com Milton Nascimento. Milton ainda apresenta canções como “A Lágrima e o Rio” um instrumental excelente, “Às Vezes Deus exagera” uma canção voltada para o pop e claro não poderia deixar de falar sobre a versão do clássico “Cantaloupe Island” de Herbie Hancock. Se você sabe pouco e quer conhecer mais do som de Milton Nascimento, assim como eu, recomendo esse álbum sem sombras de dúvidas.

Track List

01. A Feminina Voz Do Cantor
02. Casa Aberta (com Marina Machado)
03. Beleza E Canção (com Simone Guimarães)
04. Tristesse (com Maria Rita)
05. Quem Sabe Isso Quer Dizer Amor
06. Imagem E Semelhança (com Marina Machado)
07. A Lágrima E O Rio
08. Voa Bicho (com Maria Rita)
09. Outro Lugar
10. As Vezes Deus Exagera
11. Cantaloupe Island
12. Pietá (com Marina Machado)
13. Beira Mar Novo (com Ponto de Partida / Meninos de Araçuaí)
14. Meninos De Araçuaí
15. Boa Noite (com Simone Guimarães)
16. Vozes Do Vento (com Simone Guimarães / Marina Machado / Maria Rita)

Site Oficial: Milton Nascimento

domingo, 29 de março de 2009

Rosemary Clooney with John Pizzarelli

“Brazil” foi o álbum de bossa nova gravado pela atriz/cantora Rosemary Clooney ao lado de John Pizzarelli e Diana Krall. Rosemary se destacou como atriz e anos 50 em musicais da Broadway e de Hollywood, para os mais novos, Rosemary é tia do ator George Clooney. Infelizmente este foi o último álbum gravado em estúdio por Rosemary, ela que faleceu em 2002. Bom o álbum é simplesmente fantástico, ela conduz as músicas como “Brazil”, “Corcovado”, “Wave”, “Waters of March” com maestria e com uma voz afinada ao extremo. A música “The Boy From Ipanema” Rosemary faz um dueto com a cantora/pianista Diana Krall. O cantor/guitarrista John Pizzarelli participa da maioria das músicas, em dueto ou solo como é o caso da música “Dindi”. O álbum não poderia estar melhor representado, ambos já demonstraram um amor pela bossa nova, John Pizzarelli e Diana Krall (que acaba de gravar um álbum somente com bossa nova). “Brazil” é um álbum excelente que vale a pena conferir.

2000 - Brazil
Gênero: Bossa Nova



Track List

01. Brazil
02. Corcovado (Quiet Nights)
03. Boy From Ipanema (Duet Rosemary Clooney e Diana Krall)
04. Wave
05. Once I Loved
06. Desafinado
07. I Concentrate On You
08. One Note Samba
09. How Insensitive
10. Let Go (Duet Rosemary Clooney e John Pizzarelli)
11. Dindi (Vocals John Pizzarelli)
12. Waters Of March
13. Meditation
14. Sweet Happy Life
15. A Day In The Life Of A Fool
16. Brazil (Reprise)

Site Oficial: Rosemary Clooney, John Pizzarelli e Diana Krall

quarta-feira, 25 de março de 2009

Buddy Miles Express


Conheci o som do Buddy Miles através de uma indicação do Lenhador, que postou o álbum recentemente em seu blog. Após a indicação, fui conferir e até agora ouvi o álbum umas três vezes e ainda não encontrei palavras para defini-lo.

Buddy Miles foi o lendário baterista da Band of Gypsys, grupo que acompanhou nada mais nada menos que Jimi Hendrix no final dos anos 60. Enquanto Jimi era vivo nenhum material com Buddy na bateria foi lançado, com a morte do guitarrista a família de Hendrix ficou com os diretos das obras e em 1997 dois álbuns foram lançados “First Rays Of The New Rising Sun” e “South Saturn Delta” ambos com a participação de Buddy Miles. Influenciado pelo “Jimi Hendrix Experience”, Buddy criou a própria banda “Buddy Miles Express” e em 1969 lançou dois excelentes álbuns: “Expressway To Your Skull” e “Electric Church”. Após a morte de Hendrix, Miles retomou com sucesso o Buddy Miles Express, e lançou em 1970 o álbum “Them Changes" que se manteve nas paradas de sucesso por 74 semanas. Em 1972, Miles gravou um disco ao vivo com Carlos Santana, que se tornou um grande sucesso de vendas. Posteriormente, colaborou com nomes como Stevie Wonder, David Bowie e Bootsy Collins. Em 1994, voltou a trabalhar com Santana e criou uma nova versão da Buddy Miles Express. Durante os últimos anos de sua vida, Miles se dedicou a manter vivo o espírito de Hendrix, através de atos promocionais e participações em tributos em sua memória. Infelizmente Buddy Miles faleceu no ano passado, porém sua obra permanecerá viva por muitos anos.

Sobre os álbuns abaixo, o “Expressway To Your Skull” foi o primeiro álbum solo é uma fusão sensacional entre o funk/soul/rock, Buddy mostra toda sua virtuosidade na bateria e no vocal. Já o “Them Changes” tem praticamente a mesma sonoridade, destaque para o jazz na música “Paul B. Allen, Omaha, Nebraska” e a sensacional “Them Changes”. Em breve volto a postar outros álbuns do Buddy.

1968 - Expressway to Your Skull



01.Train
02.Let Your Love Light Shine
03.Don't Mess With Cupid
04.Funky Mule
05.You're the One (That I Adore)
06.Wrap It Up
07.Spot on the Wall

1970 - Them Changes



01. Them Changes
02. I Still Love You, Anyway
03. Heart's Delight
04. Dreams Listen
05. Down by the River
06. Memphis Train
07. Paul B. Allen, Omaha, Nebraska
08. Your Feeling Is Mine

Site Oficial: Buddy Miles